Segunda-feira

VANOKA


Quem é vivo sempre aparece!
Como já repararam não tenho passado muito por aqui ultimamente ( com muita pena minha).
A verdade é que com as férias de verão e os miùdos sempre por perto, não me sobra muito tempo para vir aqui falar convosco e deixar as muitas receitas que tenho na gaveta, á espera de verem a luz do dia. Contudo, continuo a cozinhar e a tirar fotos, sempre a pensar numa oportunidade de vir aqui e partilhar convosco as últimas experiências desta cozinha.
Hoje cá estou escondida no sótão em frente ao computador, a ver se consigo fazer esta postagem muito sorrateiramente, sem ninguém dar pela minha falta lá em baixo. Se conseguir 20 a 30 minutos de sossego para escrever, sem ninguém gritar mãeee... então já me dou por feliz!

Maça com canela é sempre um bom começo para um doce, pelo menos para mim! Principalmente quando se trata de tartes ou neste caso de pães doces.
Vanoka é o nome deste doce e é delicioso, é também muito útil nesta altura do ano com os piqueniques e afins! Facilmente se embrulha em papel de alumínio para levar seja para onde for.
A razão pela qual não tenho fotos do recheio para vos mostrar é que fiz este pão numa tarde em que estavam cá em casa alguns amigos dos meus filhos e como os deixei á vontade para se servirem do doce, cortaram-no das mais variadas formas e feitios. O pouco que sobrou não estava minimamente "apresentável", por isso decidi contentar-me com as fotos que já tinha.
Espero que vos agrade!
*Receita adaptada do livro "As receitas escolhidas" de Maria de Lourdes Modesto



Ingredientes:
400 gr. de farinha
10 gr. de fermento de padeiro fresco
2,5 dl de leite
1 colher de café de sal fino
50 gr. de manteiga
3 colheres de sopa de açúcar
2 gemas
1 ovo para pincelar

Recheio de maça:
2 maçãs
2 colheres de sopa de manteiga
3 colheres de sopa de açúcar
1 colher de chá de canela
2 colheres de sopa de sultanas douradas

Preparação:
Peneire a farinha para uma taça.
Dissolva o fermento num pouco de leite morno e misture-o com 50 gr. do total da farinha.
Deixe levedar 15 m.
Faça uma cova no meio da restante farinha e junte a massa com o fermento, o sal e a manteiga derretida.
Misture bem e junte o restante leite morno ao qual juntou as gemas e o açúcar.
Trabalhe bem a massa até esta se desprender da tigela e fazer bolhas.
Polvilhe a massa com farinha, cubra a taça e deixe levedar em local ameno, durante 2 horas.
Depois sove a massa só para retirar o ar e estenda-a em rectângulo.
Ponha o rectângulo de massa num tabuleiro untado e enfarinhado.
No centro do rectângulo ponha o recheio de maça.
Com uma faca corte os laterais da massa em tiras enviesadas.
Cruze as tiras uma a uma por cima do recheio ( como quem faz tranças ) e pincele com o ovo.
Acenda o forno a 200º, marca 6 do fogão a gás.
Deixe a vanoka levedar 30 m. e leve ao forno até ficar dourada.

Recheio de maça:
Descasque e pique as maçãs, junte-lhes os restantes ingredientes e leve ao lume.
Deixe ferver 3 m., deixe arrefecer e aplique na massa.

Terça-feira

DOURADA ASSADA COM PASTA DE ALCAPARRAS E OREGÃOS


O reinado começou!
Todos os anos, com a chegada do verão, a minha "veia" mediterrânica começa a latejar. É o inicio do reinado dos sabores do sul. Sendo assim, parece-me apropriado começar a nova estação com um peixe aromatizado com saborosas alcaparras, oregãos aromáticos, azeite dourado e alho. Juntem-lhe um copo de vinho branco bem fresco, uma salada colorida e um pouco de imaginação e sintam-se transportados para uma paragem idílica, onde a areia branca e o mar azul e transparente é tudo quanto precisam para se sentirem verdadeiramente felizes!


Ingredientes: 4 pessoas
4 douradas ( não muito grandes), lavadas e arranjadas
1 cebola grande, cortada em rodelas
Azeite q.b.
Sal a gosto
Pimenta preta a gosto
Pasta de alcaparras e oregãos:
3 colheres de sopa de alcaparras
6 colheres de sopa de azeite
2 dentes de alho
1 colher de sopa de oregãos frescos picados
Sal a gosto
Pimenta preta a gosto

Preparação:
Pré-aqueça o forno a 200º, marca 6 do fogão a gás.
Junte todos os ingredientes para a pasta num processador e reduza tudo a uma mistura não muito consistente, se for necessário junte mais azeite.
Numa assadeira, ponha a cebola e por cima o peixe.
Tempere com sal e pimenta.
Cubra o peixe com a pasta de alcaparras e oregãos.
Regue com mais um pouco de azeite e leve ao forno por 1 hora + ou -, até o peixe ficar dourado.

Quinta-feira

SOPA DE TOMATE COM ESPARGOS

Verde, vermelho e amarelo é a cor de uma sopa sem história mas com muito sabor!
Nasceu de uma embalagem de espargos verdes "encalhada" no frigorífico e assim, simples, saborosa e colorida, "pousou" na nossa mesa com a certeza de a ela novamente voltar!


Ingredientes:
1 molho de espargos verdes cortados em pedaços
1 cebola média picada
2 dentes de alho picados
2 batatas médias cortadas em cubinhos
2 tomates médios bem maduros, pelados, sem sementes e cortados em pedacinhos
Hortelã picada
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de café de mel
Sal a gosto
Preparação:
Ponha o azeite numa panela e leve ao lume, quando estiver quente junte a cebola e os alhos, frite até alourar.
Junte os tomates e refogue por alguns minutos, mexendo de vez em quando, até o tomate se desfazer um pouco.
Se preferirem podem passar a cebola, o alho e o tomate com a varinha mágica.
Junte as batatas e mexa.
Junte água suficiente para ficar com um caldo nem muito líquido nem muito espesso.
Tempere com o mel e o sal.
Quando a batata estiver quase cozida junte os espargos cortados em pedaços.
Ao cortar os espargos retire-lhes a base que é sempre mais fibrosa e dura.
Os espargos cozem em 3 , 4 minutos.
Rectifique os temperos e sirva a sopa polvilhada com hortelã picada.

Terça-feira

TERRA QUENTE E TERRA FRIA!

Uma das muitas coisas que eu e o João partilhámos, é um gosto imenso por conhecer o máximo possível deste nosso jardim á beira mar plantado. Já visitámos vários recantos de Portugal mas ainda nos falta visitar outros tantos. E de cada vez que decidimos fazê-lo, é sempre com grande expectativa e entusiasmo.
As nossas escolhas vão normalmente para o campo com passagem pelas cidades que encontrámos no caminho. Já que vivemos num centro urbano, sempre que possível fugimos para o meio da natureza e do verde.
Aproveitando uma semana de férias antecipada, decidimos então desta vez fazer uma viagem pelo nordeste transmontano. Já conhecíamos algumas cidades como Mirandela, Bragança e Macedo de Cavaleiros mas voltámos a passar lá, pois há já muitos anos que não o fazíamos.
Fomos também a Alfandega da Fé e Mogadouro e foi daqui que subimos até á linda cidade de Bragança, onde passeamos na cidadela com as suas muralhas e onde comemos a famosa posta á Mirandesa, talvez a melhor posta que comi até hoje. Parecia manteiga de tão tenra e suculenta.


Castelo de Bragança



posta á mirandesa

No dia seguinte passamos pelo instituto da conservação da natureza e da biodiversidade em Bragança para levantarmos informação sobre os percursos pedestres existentes em Montesinho e continuamos a subir em direcção ao parque natural.
Uma das coisas que nos surpreendeu nesta zona de Trás-os-Montes (terra fria) foi a imensidão de verde que se estende em todas as direcções. As paisagens são lindas!
Nós chegamos á aldeia de Montesinho ao fim da manhã, de um dia cinzento e frio e apesar de as condições atmosféricas não serem as melhores para fazer trilhos na serra, acabámos por decidir fazer o trilho do Porto Furado. 1º porque começava na aldeia onde já estávamos, 2º porque nos pareceu ser um percurso muito bonito, 3º porque era um trilho de curta duração (3 horas).

trilho do Porto Furado e campo de cereais


Já estávamos em plena serra quando começou a chover o que nos obrigou a parar debaixo de um penedo e foi aí que o João viu o 1º corço ( animal parecido com o veado mas mais pequeno ) ao longe, quando me virei para o ver já ele estava a fugir.
Passado algum tempo, ao chegar ao cimo de uma rocha demos de caras com outro corço que de tão perto que estava ainda me deu tempo de ligar a máquina fotográfica e tirar algumas fotos com ele já em fuga aos saltos. Estes animais são lindíssimos e foi um privilégio ver um assim tão perto.


vejam lá se descobrem aqui o corço a correr.


Este trilho é realmente muito bonito e diverso. Pelo caminho passámos por lameiros verdejantes, carvalhais lindos e pela barragem da Serra Serrada.


lameiro em Montesinho e tronco de uma azinheira

Continuamos o trilho que nos demorou 4h30 a fazer pois tivemos que parar devido á chuva e tivemos também que ter mais cuidado pois as rochas estavam muito escorregadias.
Quando chegamos á aldeia estávamos completamente encharcados, trocamos de roupa no carro e fomos ao café da aldeia para tomarmos um café e foi aqui que descobrimos o licor de giesta. O sabor fez-nos lembrar a aguardente que costumamos beber no Gerês mas muito mais doce.


Gostei muito da aldeia de Montesinho, as casas são lindas com os seus telhados típicos e varandas de madeira.


aldeia de Montesinho

A partir daqui fomos para Macedo de Cavaleiros. Pelo caminho montes e montes cobertos de castanheiros, alguns centenários com grossos troncos com formas muito bonitas outros mais novinhos que há distância pareciam novelos de lã verde pousados nos montes.
Há aqui uma grande semelhança com a Serra do Gerês, só que os montes não são tão graníticos o que permite um maior aproveitamento dos mesmos para a plantação de árvores, principalmente castanheiros. Vêem-se também grandes carvalhais, cerejeiras e amendoeiras.
Depois de passarmos a noite em Macedo, na manhã seguinte fomos conhecer a albufeira do Azibo, uma zona de praias fluviais muito bonita e bem cuidada inserida numa zona de paisagem protegida, onde mais uma vez fizemos um pequeno trilho.
trilho no Azibo

Na aldeia do Azibo há um pequeno café com lojinha onde se vendem compotas, amêndoas, nozes, azeite, alcaparras de azeitona ( na época), entre outras coisas boas. Depois de um café tomado na esplanada, entramos no carro para começarmos a viagem de regresso a casa.


cerejeira e Albufeira do Azibo

Quando iniciámos esta viagem tínhamos uma ideia formada da região transmontana um pouco diferente da realidade. Para nós Trás-os-Montes era uma zona na sua totalidade um pouco árida e ao mesmo tempo agreste o que é verdade em algumas zonas mas por exemplo na zona da terra fria onde está o parque de Montesinho, o verde é estonteante e vê-se que a natureza está muito bem preservada.

Outra característica engraçada é o facto da flora ser muito idêntica á do Alentejo. No Azibo essa semelhança é flagrante mas não só no Azibo! Uma planta que se vê em todo o lado e em grandes quantidades é a alfazema, o que para mim foi uma festa, já que quando vou para o campo, ando sempre á procura de ervas aromáticas e medicinais para trazer para casa. Desta vez trouxe a alfazema e também hipericão que apanhámos num terreno perto da estrada.

Os produtos da zona são alguns já bem conhecidos como as alheiras de mirandela ou a posta á mirandesa mas há muito mais, o azeite de excelente qualidade, a cereja, a castanha, a amêndoa, a avelã, a noz, a azeitona, os enchidos de Vinhais onde também passámos, o cabrito assado em forno de lenha, os caldos incluindo o de castanha pilada, os cogumelos na altura deles, o mel, as compotas de frutas, os queijos... e muito, muito mais!

Para acabar só vos queria dizer que esta postagem é um pequeno resumo de tudo o que vimos em apenas 3 dias mas mesmo assim achei que valia a pena partilhá-lo convosco. Esta pequena viagem deu-nos mais uma vez a certeza de que vivemos num país lindíssimo com uma mesa rica e única e com muita gente boa que vale a pena conhecer.

Sexta-feira

BOLO ENROLADO COM CHOCOLATE

Aproveitando estas mini-férias, o João e eu decidimos tirar 3 dias para conhecermos melhor o nordeste transmontano, razão pela qual tenho andado um pouco afastada desta cozinha mas não vou entrar agora em pormenores sobre as tantas coisas bonitas que por lá vimos, desta viagem vou falar-vos para a semana.
Ainda assim, regressei a tempo de aqui deixar mais uma receita com chocolate!
Este ano, num Domingo solarengo, voltamos a visitar a feira do livro, é um ritual de família que cumprimos já há alguns anos a esta parte, e que fazemos questão de manter. Apesar do imenso calor que fazia, lá visitámos todas as barraquinhas á procura de algumas "pechinchas", o que até na feira do livro não é fácil de encontrar! Mas como quem procura acha, lá achei um livro da Maria de Lourdes Modesto ( As receitas escolhidas) que eu andava a namorar há algum tempo, a um preço fantástico. Um verdadeiro achado!
Depois de tudo visto e como todos nós já tínhamos encontrado livros que nos agradassem - uns mais pechincha do que outros - quando me vi com o tão desejado livro de cozinha na mão, dei por oficialmente encerrada a excursão familiar á feira do livro.
Já em casa a primeira receita que experimentei - dias depois - foi a do bolo enrolado. Na receita original, o recheio é de doce de fruta ou ovos moles mas acabei por fazer um ganache de chocolate.
Este bolo enrolado, é um daqueles bolos com os quais muitos de nós crescemos. Não havia festa de aniversário de criança que não tivesse rolo de chocolate e eu, que nem sequer o apreciava muito, tantas vezes o vi, especialmente na casa da minha tia Natércia que o fazia muitas vezes, que nunca senti grande vontade de o fazer, até comprar este livro. Foi quanto bastou para eu o experimentar pela primeira vez e descobrir que é facílimo de fazer e é realmente muito bom!
A massa que no fundo é de pão de ló, desfaz-se na boca e se for feito com ovos caseiros fica ainda mais fofo e saboroso. A massa macia e doce fica perfeita com a força do sabor do chocolate, o contraste é delicioso!

Bom fim de semana para todos!
* Receita adaptada do livro As receitas escolhidas de Maria de Lourdes Modesto

Ingredientes:
4 ovos
100 gr. de açúcar
4 colheres de sopa de farinha

Ganache:
200 gr. de chocolate preto de boa qualidade (70% cacau pelo menos)
200 ml. de natas
açúcar a gosto ( opcional)

Preparação:
Pré-aqueça o forno a 180º, marca 4 do fogão a gás.
Bata as gemas com o açúcar até ficar com um creme esbranquiçado.
Bata as claras em castelo bem firme.
Junte as claras ao creme de gemas alternando com a farinha peneirada.
Deite a massa num tabuleiro forrado com papel vegetal, untado e enfarinhado.
Leve ao forno por + ou - 15 minutos.
Faça o teste do palito.
Desenforme o bolo sobre um pano húmido polvilhado com bastante açúcar.
Apare as pontas do bolo e barre-o com o ganache.
Enrole o bolo com a ajuda do pano, com cuidado para não partir.
Espalhe o restante ganache por cima do rolo.

Para fazer o ganache ponha o chocolate partido em pedaços, as natas e a quantidade de açúcar desejada (se o usar) num tacho em banho maria.
Leve ao lume até o chocolate derreter e o açúcar dissolver.
Mexa o ganache muito bem com a vara de arames até este ficar bem ligado e brilhante.
Deixe arrefecer um pouco e está pronto a usar.

BOLO DE BANANA E 2 CHOCOLATES


O cheirinho quente e doce a bolo de chocolate vai passando todas as divisões da minha casa e já se faz sentir no sótão, onde estou em frente ao computador. Para completar a atmosfera só mesmo a música que os pássaros fazem lá fora, é a banda sonora perfeita para o ar que se respira aqui !
Enquanto escrevo esta mensagem, no forno vai-se cozendo um bolo de banana e 2 chocolates. Parece que ultimamente não consigo deixar esta combinaçaõ, mas também porque haveria de deixá-la?
Tudo começou aqui e sorrateiramente este duo de sabores foi-se entranhando, tanto é assim que do clafoutis da semana passada, passo agora para este bolo fofo, frutado e a transbordar de chocolate, assim sem meias medidas e sem medo de me repetir.
Afinal de contas , quando se trata de chocolate ( principalmente com banana ), todo o exagero é perdoado!
Tenham um bom fim de semana!
*Receita adaptada do site"Joy of Baking"

Ingredientes:
245 gr. de farinha
200 gr. de açúcar
30 gr. de cacau em pó
2 ovos
113 gr. de manteiga derretida
1 colher de chá de fermento em pó
1/4 de colher de chá de sal fino
1/4 de colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de essência de baunilha ou 2 gotas de aroma
3 bananas bem maduras esmagadas
80 gr. de pepitas de chocolate branco

Preparação:
Pré-aqueça o forno a 180º, marca 4 do fogão a gás.
Numa taça ponha a farinha, o açúcar, o sal, o fermento, o cacau e o bicarbonato.
Noutra taça ponha a manteiga, os ovos batidos, a baunilha e as bananas.
Misture tudo mas não em demasia, só para ligar.
Envolva as pepitas de chocolate branco nesta mistura.
Verta a massa numa forma untada e enfarinhada e leve ao forno a cozer por 45 a 55 m.
Espete um palito, quando sair seco está pronto.

Segunda-feira

SALADA DE OVO, RÚCULA E ESTARGÃO


Nestes últimos dias, a minha cozinha tem sido verdadeiramente uma cozinha verde ( com umas notas de cor aqui e ali)! Não, não estou a falar de decoração, nem de ecologia, o assunto aqui são as saladas! Saladas frescas, lindas e saborosas!
O calor intenso chegou, viu e quase venceu. Derrotadas as sopas e os pratos mais fortes, o contra-ataque veio na forma de combinações de vegetais crus, ervas aromáticas e tudo o mais que puder ser usado para satisfazer o apetite com sabor e frescura.
Esta salada é uma junção de vários ingredientes dos quais eu gosto bastante e com ela descobri que a combinação do ovo com a rúcula e o estragão, é uma delícia! Desde a primeira vez que a fiz, foi aos poucos ganhando mais e mais espaço na nossa mesa e quando dei por isso, tinha-se tornado um dos nossos pratos de vegetais favoritos. Mas isto das saladas é mesmo assim! É uma descoberta constante de novos sabores e texturas e uma forma bastante divertida de "brincar" com os ingredientes preferidos de cada um.


Ingredientes:1 pessoa
Alface frisada
Rúcula
Estragão
Azeitonas
1 ovo
Pepinos pequeninos em conserva ( cournichons )
1 cenoura pequena
Azeite, vinagre, sal e pimenta preta

Preparação:
Barre um ramequim com bastante manteiga e ponha o ovo cru dentro.
Ponha o ramequim dentro de um tachinho com água e leve ao lume a cozer em banho maria por alguns minutos até a clara ficar branca, ( a gema deve ficar líquida).
Tire o ramequim da água, espere um minuto e desenforme com a ajuda de uma faca ( passe a faca á volta do ovo para o soltar).
Lave bem a alface, a rúcula e o estragão.
Lave a cenoura descasque-a e raspe-a.
Numa taça ponha pedacinhos de alface frisada, rúcula, folhas de estragão, a cenoura, azeitonas e pepinos em conserva cortados em rodelas.
Tempere tudo com uma vinagreta feita com 3 partes de azeite para 1 de vinagre, sal e pimenta preta.
Cubra a salada com o molho e mexa muito bem para cobrir todas as folhas.
Ponha o ovo em cima da salada, polvilhe com pimenta preta e sirva.